2 fotos absurdamente lindas da Celine, merecem destaque neste post especial:
Ingrid sobre os paralelepÃpedos, em 1955…
… e Silvia, na Paris de 1975, com o livro escrito por Ingrid.
2 fotos absurdamente lindas da Celine, merecem destaque neste post especial:
Ingrid sobre os paralelepÃpedos, em 1955…
… e Silvia, na Paris de 1975, com o livro escrito por Ingrid.
Amanda Oliver e seu assistente Rogério vieram exclusivamente maquiar a nossa Silvia, 20 anos mais velha. Usamos o estúdio do Wil Amaral, nosso cabelereiro para fazer a transformação.
Pedi para a Renata fazer uma das estantes bem articulável, assim montaremos para a câmera a melhor altura para o primeiro plano do filme, um travelling lateral da esq para a direita, em que a Ingrid retira um livro.

Renata Rugai finaliza nossas estantes! MDF e compensado revestidos por lâmina de madeira e envernizadas transformam-se em “madeira maciça” no nosso cenário.
Conforme prometido aqui estão as imagens da minha visita, hoje à tarde, a nossa Livraria cenográfica!
Maravilhosa.
Imaginem as minhas duas mulheres e o meu lindo Senhor trabalhando neste ambiente!!

Minha diretora de arte mostrando as “janelas-truque” que servirão para disfarçar a infinidade de janelas sasazaki que dominam as nossas fachadas da r. Américo, afinal, estamos cada vez mais próximos de 1955.
Flagrei as estantes sobre o caminhão! Chefiadas pela Manu, estão à caminho da nossa locação, sede da Secretaria Municipal de Cultura!
Nossos agradecimentos à Prefeitura e à Secretaria de Cultura de Araraquara por nos ceder este espaço! Logo eu vou dar uma espiada por lá e trazer mais informações fotográficas.
A magia do cinema!!
Chavão, acredito que centenário, descreve de maneira sucinta os mundos e fundos que o cinema move para poder realizar a magia de contar uma história, criando realidades, reproduzindo outras, autorizando uma verdade sair do papel.
E a Direção de Arte, departamento sobre o qual me sinto totalmente à vontade discorrer, é uma das responsáveis por isso. Orçamento restrito, mas criatividade: temos que pintar paralelepÃpedos sobre o asfalto.
A equipe de pintura de arte, Carol e Pereira, orientados pela Paty, ficam sob sol quente, e sobre o asfalto, trazendo para a realidade do filme essas pedras retangulares que tanto me encantam na cidade.
saudações cenográficas!
Enquanto a Manu Ferrari está em Sampa produzindo as “cerejas” dos cenários, Pat Cabral festeja mais uma das etapas da Direção de Arte: a pintura da fachada da Livraria Machado de Assis.

E eu flagrei a Renata Rugai checando o estado das prateleiras na oficina do meu pai. Ela não queria mas eu não resisti.