Maquiando a Vera – Paris, 20 anos depois.
Amanda Oliver e seu assistente Rogério vieram exclusivamente maquiar a nossa Silvia, 20 anos mais velha. Usamos o estúdio do Wil Amaral, nosso cabelereiro para fazer a transformação.
Renata Rugai e as janelas de madeira
Minha diretora de arte mostrando as “janelas-truque” que servirão para disfarçar a infinidade de janelas sasazaki que dominam as nossas fachadas da r. Américo, afinal, estamos cada vez mais próximos de 1955.
Estantes à caminho!!!
Flagrei as estantes sobre o caminhão! Chefiadas pela Manu, estão à caminho da nossa locação, sede da Secretaria Municipal de Cultura!
Nossos agradecimentos à Prefeitura e à Secretaria de Cultura de Araraquara por nos ceder este espaço! Logo eu vou dar uma espiada por lá e trazer mais informações fotográficas.
A pintura dos paralelepÃpedos da Rua Américo
A magia do cinema!!
Chavão, acredito que centenário, descreve de maneira sucinta os mundos e fundos que o cinema move para poder realizar a magia de contar uma história, criando realidades, reproduzindo outras, autorizando uma verdade sair do papel.
E a Direção de Arte, departamento sobre o qual me sinto totalmente à vontade discorrer, é uma das responsáveis por isso. Orçamento restrito, mas criatividade: temos que pintar paralelepÃpedos sobre o asfalto.
A equipe de pintura de arte, Carol e Pereira, orientados pela Paty, ficam sob sol quente, e sobre o asfalto, trazendo para a realidade do filme essas pedras retangulares que tanto me encantam na cidade.
A.R.T.E.
saudações cenográficas!
Enquanto a Manu Ferrari está em Sampa produzindo as “cerejas” dos cenários, Pat Cabral festeja mais uma das etapas da Direção de Arte: a pintura da fachada da Livraria Machado de Assis.

E eu flagrei a Renata Rugai checando o estado das prateleiras na oficina do meu pai. Ela não queria mas eu não resisti.







